sábado, 27 de março de 2010

"4% da população são psicopatas, segundo psiquiatra."


Segundo, Ana Beatriz Barbosa Silva, autora do livro: "Mentes Perigosas- o psicopata mora ao lado", a cada 25 pessoas 1 é perversa, desprovida de culpa, e capaz de passar por cima de qualquer ser humano para satisfazer seus próprios interesses. Os psicopatas são 4% da população, e não tem cura para eles.
Segundo a médica psiquiatra, estes indivíduos tem um deficit no campo das emoções; é incapaz de sentir amor ou compaixão e é indiferente em relação ao próximo. Ele não é capaz de se colocar no lugar do outro e tentar sentir a dor que ele provocou. Mas o problema dele não é cognitivo a razão funciona bem e ele tem a capacidade plena de distinguir o que é certo e o que é errado. Ele tem certeza que está infringindo a lei, mas não se importa com isso, e até calcula os danos para saber o custo-benefício da ação.
O psicopata já nasce com uma predisposição genética à manifestação desse tipo de comportamento de indiferença afetiva. "O sistema emocional do psicopata vem desconectado e não conecta novamente. Não tem cura até o momento, segundo a psiquiatra. A manifestação da doença pode ser aumentada ou diminuída.
Existem 3 tipos:
- o leve, que aplica os famosos golpes 171( estelionato ou fraude), e acaba lesando 1 pessoa.
- o moderado, que aplica o mesmo golpe, porém em uma esfera social mais alta( como o superfaturamento na compra de remédios para o sistema de saúde pública), e acaba lesando milhares de pessoas.
- o grave, que seria o serial killer, o assassino para quem não basta matar, tem que haver atos de crueldade. ´
Esse último tipo, porém é raro. Dos 4% da população, 1% é grave e 3% são leves ou moderados.
Segundo a médica," o grande tratamento para os psicopatas é a postura que temos com essas pessoas, a grande arma da sociedade, é não tolerar a impunidade".

3 comentários:

  1. De acordo com a afirmação da Dra. Ana Beatriz, então me leva a crer que o PT é um famigerado de psicopatas de grau médio.. Isso é algo assutador!

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  2. Não use a Beatriz Barbosa como parâmetro comparativo. Ela nem formada na área da psicologia é.

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